Reabilitação de pavimentos: conheça as fases básicas do processo

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O tráfego pesado e problemas de erosão podem levar a pavimentação de muitas ruas, avenidas e estradas à deterioração e perda de qualidade. Se não forem sanadas de forma correta, essas dificuldades podem levar a acidentes e causar danos aos veículos. Nesse cenário, a reabilitação de pavimentos aparece como grande solução, por ser uma atividade menos custosa e mais rápida.

Porém, para que essa reabilitação seja duradoura e traga o pavimento a seu estado de melhor qualidade, é importante a empresa responsável conhecer as fases e equipamentos necessários para essa recomposição. Este post foi criado para isso! Nele, apresentaremos as fases envolvidas na reabilitação de pavimentos e os principais equipamentos utilizados para esse tipo de trabalho. Confira!

Quais são as fases da reabilitação em pavimentos?

As fases de uma reabilitação de pavimentos estão diretamente ligadas ao nível de dano que esse piso sofreu, ou seja, ela pode ir desde um nível mais severo, que exige a reconstrução total ou parcial, até os níveis mais básicos, que podem ser corrigidos com menos impacto. Veja, abaixo, quais são essas etapas.

Fresagem

A etapa de fresagem nada mais é do que a retirada bruta, com auxílio de equipamentos pesados, da camada de pavimento deteriorada. Esse pavimento retirado poderá ser reciclado, caso ainda apresente as condições necessárias. Essa atividade é realizada com uma máquina chamada fresadora — falaremos sobre ela no tópico sobre equipamentos.

Reciclagem

A fase seguinte à fresagem, caso o asfalto seja reaproveitável, é a reciclagem, que consiste em um técnica utilizada para renovar as misturas asfálticas que foram removidas. Mas como é feito esse processo de reciclagem? O processo de reciclagem do asfalto começa quando todo o revestimento asfáltico é removido por meio da fresagem. Depois, há o aquecimento desse material, a mistura a um revestimento novo, o lançamento ou despejo, e a nova compactação — para garantir as propriedades da nova mistura.

Recapeamento estrutural

O recapeamento é uma etapa em que são aplicadas uma ou mais camadas asfálticas para a reabilitação de um pavimento já existente, que necessite de reparos —como um trecho que sofreu com algum acidente, rachadura, buraco, erosão ou até mesmo precisou passar por alguma manutenção na rede fluvial ou de esgoto. Nesse cenário, a reabilitação costuma ser mais leve, menos demorada, menos impactante ao público e menos custosa.

Reconstrução

Como o próprio nome sugere, a reconstrução é a etapa aplicada quando o recapeamento estrutural, sozinho, não dá conta da reformulação de um pavimento. Nesse cenário, com o pavimento em pior estado, não cabe mais uma simples manutenção

Em casos onde há problemas com sistemas de drenagem, por exemplo, a reconstrução é a única saída possível. O trabalho é maior, mas a durabilidade fará com que o tempo e os recursos gastos tragam um grande custo-benefício.

Qual é a importância das minicarregadeiras na reabilitação de pavimentos?

A minicarregadeira é um tipo de pá carregadeira, classificada como uma máquina leve. Sua estrutura é mais compacta e, sua dianteira, aceita diversos tipos de implementos.

Outra das grandes vantagens da utilização dessa máquina, é o seu baixo custo geral, como menor consumo de combustível em relação às outras máquinas leves — o que é vantajoso para a empresa que utiliza esse equipamento, visto que trabalhos que costumam empregar as minicarregadeiras são mais pontuais e possuem orçamento mais curtos.

Na reabilitação de asfalto, a versatilidade da minicarregadeira a permite contribuir, principalmente, com os serviços de fresagem asfáltica e varrição (com a ajuda de uma vassoura hidráulica acoplada, por exemplo). 

Além disso, dependendo do implemento acoplado a máquina, as atividades que podem ser exercidas por uma minicarregadeira, são:

  • perfuração — com o implemento de trado, ou perfuratriz;
  • fresagem asfáltica — com a fresadora;
  • valeteamento — com a valetadeira de terra;
  • varrição — com a vassoura hidráulica;
  • quebra de rochas — com o rompedor.

Quais outros equipamentos podem ser utilizados na reabilitação de pavimentos?

Com as etapas, e métodos, de reabilitação de pavimentos, vamos entender quais são os equipamentos, além da minicarregadeira, que podem ser utilizados nesses processos e onde eles se aplicam. Veja:

Rolos Compactadores

Um dos equipamentos mais tradicionais quando o assunto é pavimentação, o rolo compactador poderá ser utilizado quando houver a necessidade de reconstrução parcial ou total de um pavimento. Ele garante, não só a estabilidade, mas também, a menor permeabilidade do solo que vai receber a nova camada de asfalto.

Vibroacabadoras

As vibroacabadoras são as máquinas responsáveis pela aplicação, nivelamento e compactação prévia do pavimento e trabalham acopladas a um caminhão. São máquinas de alta potência e extremamente importantes no trabalho de assentamento de camada asfáltica, tanto na implementação de um novo asfalto quanto na reabilitação. A mistura asfáltica é transportada por um suporte chamado de caracol e é espalhado e nivelado com a utilização da mesa compactadora — que pode ser aquecida por energia elétrica ou a gás.

Fresadoras de Asfalto

Sob a opção de trabalhar como implemento da minicarregadeira, ou equipamento autônomo, a fresadora é responsável pela destruição da camada externa, garantindo um recapeamento mais barato. 

Recicladores

Os recicladores completam o trabalho da fresadora, recolhendo o asfalto retirado do solo, triturando e adicionando um aditivo para que ele possa ser reaplicado. São máquinas que operam sem travar completamente o trânsito, pois ocupam apenas uma faixa da pista, o que permite o trabalho em tempo integral, acelerando o processo.

Como vimos, o processo de reabilitação de pavimentos contribui para a resolução de problemas de infraestrutura, sem grandes impactos no trânsito e com custos menores. Porém, para que todos os benefícios dessa operação sejam alcançados, é importante serem utilizados bons equipamentos, para que o serviço atenda as expectativas e não haja a necessidade de retrabalhos — que acabam encarecendo o serviço, além de esticar o período de transtornos.

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