Guia completo sobre transporte de cargas: confira aqui!

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O transporte de cargas no Brasil é uma preocupação para todas as empresas que atuam no setor industrial. Com ferramentas e máquinas pesadas e logística complexa, manter a produtividade, cumprir prazos e reduzir riscos forma um pacote cada vez mais complexo.

Com foco em entender como montar uma operação personalizada, com soluções estratégicas e benefícios, é fundamental que você conheça o que pode ser utilizado na questão de máquinas e de planejamento.

Ficou interessado? Preparamos um guia completo para tirar suas dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!


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Quais são os três tipos de transporte?

Os três tipos de transporte que envolvem deslocamento de cargas ou equipamentos são classificados em categorias:

  • terrestres;
  • aéreas;
  • fluviais.

Em um mercado cheio de desafios e concorrência como o da indústria, escolher o modal que se encaixa com as necessidades do tipo de material transportado é essencial para se destacar.

Quando se trata de deslocamento dentro do Brasil, algumas preocupações extras ainda devem ser consideradas por conta dos custos envolvidos, das possíveis dificuldades de acessibilidade e a estrutura das regiões de maneira geral. Diante disso, o mais usado no território nacional é o transporte terrestre.

Na prática, se trata do deslocamento por ruas, estradas, rodovias que é classificado entre rodoviário, ferroviário e metroviário. Com destaque especial para o rodoviário que oferece bastante versatilidade conforme as mercadorias transportadas e tem alcance em diferentes partes do Brasil. Já o transporte aéreo realizado por meio de aviões com tempo de entrega rápido e o fluvial representa a navegação por rios e lagos adaptados.

O que é considerado transporte de carga?

Em um panorama, o objetivo de uma logística de distribuição é disponibilizar a quantidade correta de mercadorias em um destino específico conforme o cronograma detalhado previamente. No conceito industrial, é preciso lidar ainda com o transporte de máquinas pesadas e equipamentos que exigem uma operação ainda mais estratégica.

O papel da empresa, aqui, é desenvolver um pacote de soluções que se encaixe com suas possibilidades e otimizar cada uma das etapas para que elas sejam eficientes e rentáveis. Além disso, outra preocupação é cumprir com a documentação necessária e se assegurar sobre a preservação das cargas ao máximo no deslocamento.

Administração do transporte

Em uma estratégia de transporte de cargas, o ponto inicial é a administração do transporte a partir de uma análise bastante apurada por uma equipe competente em logística. Logo depois, a separação de carga, também chamada de picking, em quantidade e tipo representa a última etapa dentro do centro de distribuição. Esse cuidado é indispensável porque é preciso liberar de maneira correta até a chegada ao cliente.

Passada a liberação da carga, começa o transporte. Embalagens adequadas, climatização, manuseio e rotas definidas na etapa anterior são fundamentais nas decisões aqui. Vale destacar também a necessidade constante de supervisão das cargas.

Por fim, a entrega da mercadoria seguida pela avaliação dos indicadores permite identificar se as decisões do processo estavam corretas, quais imprevistos aconteceram, a satisfação do cliente, o cumprimento de prazos e o feedback dos envolvidos.

Regras dos transportes de cargas no Brasil

Dentro do cenário da legislação brasileira, as diretrizes do transporte de cargas dependem de quais são os produtos envolvidos nas produções. Cada segmento tem orientações específicas determinadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Em seu site, é possível conferir todas as normativas, porém, algumas orientações e documentos são comuns ao processo e devem ser seguidos pelos gestores. Veja as principais a seguir!

Registro Nacional de Transportes Rodoviários de Cargas (RNTRC)

Esse tipo de registro está diretamente relacionado à ANTT e é tido como obrigatório para todos os que atuam nesta área. Tanto transportadoras como caminhoneiros, por exemplo. Cumprir à risca cada detalhe na hora de evitar pagamentos de multas e outros problemas envolvidos por ignorar uma lei federal. Sem contar que ajuda a reduzir a informalidade que ainda é muito forte em alguns serviços.

CIOT

Representa o Código Identificador da Operação de Transportes e pode ser conseguido somente por meio do cadastro adequado da operação de transporte disponível no sistema da ANTT. Sua função envolve a regulamentação do reembolso do frete ao prestador do serviço responsável pelo transporte com o pagamento eletrônico do frete.

Seguros

Existem dois seguros que são considerados obrigatórios no mercado de transporte de cargas. Um deles precisa ser feito pelo embarcador e outro pelo transportador. Para o dono da carga, é o Seguro de Transporte Nacional. Trata-se de um procedimento obrigatório que oferece cobertura completa. Agora, a empresa responsável pelo transporte precisa do RCTR que cobre problemas de responsabilidade do transportador, como colisões.

5 opções de transporte de cargas e suas aplicações no transporte industrial

As indústrias que trabalham com equipamentos de alto porte precisam criar um sistema logístico diferenciado, eficiente e pensado minuciosamente. De fato, qualquer tipo de falha pode causar prejuízos significativos no financeiro, acidentes e comprometer a imagem da empresa com os clientes no segmento.

Outro ponto importante que deve ser considerado é a possibilidade de danos aos equipamentos durante a locomoção. Por este motivo, além de contar com operações estratégicas e materiais específicos, como a adoção do conceito de slotting que visa melhorar a distribuição de itens, esse trabalho precisa ser realizado sempre por profissionais bem preparados e com a adoção de técnicas seguras.

Toda a carga deve ser vistoriada antes de iniciar as operações de transporte e a empresa habilitada em serviços da área. Além disso, uma boa estrutura focada em preservar o que é transportado é um diferencial para evitar imprevistos que exigem soluções emergenciais. Existem diversas formas de realizar essa locomoção, mas vamos listar a seguir 5 tipos de equipamentos que podem fazer a diferença em segurança e funcionalidade.

1. Pás carregadeiras

No segmento da logística, equipamentos de grande porte, como as pás carregadeiras, auxiliam muito na otimização dos processos. Afinal de contas, a locomoção de grande volume é elevada a um nível superior.

Com as pás, fica mais simples reduzir o tempo de carregamento. Em resumo, uma pá carregadeira é um trator com uma pá na parte frontal em um processo por meio da tração força motriz.

Entre as opções disponíveis no mercado especializado, é possível encontrar pás carregadeiras para várias finalidades, mas todas precisam ser operadas por um profissional habilitado em determinada categoria específica.

Indicações de uso

O modelo sobre rodas é o mais utilizado em todo o mundo e é indicado quando o serviço exige maior velocidade no deslocamento, aumento da capacidade de percorrer distâncias em solos secos e aumento da mobilidade. Uma dica importante é ter cuidado com o uso em terrenos que foram acidentados ou repletos de detritos para não forçar demais os pneus.

Esse tipo de situação causa desgaste e possíveis danos ao funcionamento do material. De acordo com a análise prévia de cada serviço, algumas adaptações podem ser realizadas, como a inclusão de correntes nas rodas para lidar com eficiência em pisos que estejam com resquícios cortantes.

As pás carregadeiras sobre esteiras são opções mais aderentes ao solo e contam mais estabilidade e tração. Conta com a possibilidade de ser usada em qualquer tipo de terreno, mas a indicação principal gira em torno de superfícies que estejam fracas, altamente desgastadas, úmidas e com baixa capacidade de suporte.

O equipamento, de modo geral, não sofre riscos de ficar atolado e nem de patinações com boa performance em nivelação de solos, processos de demolições, escavações, remoção de entulhos, entre outros.

2. Empilhadeiras

As empilhadeiras são fundamentais para que os colaboradores de todo o processo logístico consigam lidar com as cargas de maneira mais simples. Elas ajudam a reduzir atrasos e impactam positivamente o trabalho na indústria como um todo. São diversos tipos disponíveis e é necessário entender quais as melhores aplicações para fazer o uso adequado.

O veículo precisa dar conta de grandes quantidades de peso e ter recursos para o içamento de cargas de alturas consideráveis. As empilhadeiras também usam componentes responsáveis por elevar sua funcionalidade, como correia de elevação, polia, mastro, sistema hidráulico, entre outros.

Na questão funcionalidade dentro da logística industrial, as empilhadeiras contam com uma lâmina que permite armazenar paletes e diversos tipos de mercadorias com agilidade. O primeiro passo para acertar em cheio na escolha de uma empilhadeira é considerar o tipo de carga que ela vai transportar. É importante calcular corretamente a distância e frequência das operações na busca por uma opção de compra ou aluguel.

Principais tipos

Entre os modelos de empilhadeiras usados no mercado estão os manuais que trazem diferentes opções no carregamento de peso e elevações. São utilizadas no transporte de cargas mais leves e trabalham sob o controle do operador devidamente capacitado para realizar a função.

Já as elétricas têm indicação para terrenos internos que podem ser lisos e irregulares. A fonte de energia desse tipo de equipamento são as baterias que precisam ser recarregadas por eletricidade. Entre os principais modelos de equipamentos estão a patolada, retrátil, contrabalançada, pantográficas e trilaterais.

As empilhadeiras à combustão trazem mais dinâmica no transporte de cargas realizado em ambientes externos e com pisos irregulares. Existem versões em combustão a gás GLP, gasolina e Diesel. Outro exemplo são as empilhadeiras portuárias consideradas equipamentos de grande porte. O principal uso envolve o transporte de cargas em barcos e navios com contêineres.

3. Minicarregadeiras

Esse tipo de equipamento é muito indicado para trabalhos em áreas estreitas. Ganhou o status de uma das principais tendências de mercado atualmente por ser bastante versátil em suas funções. O destaque fica pelo baixo consumo de combustível.

Além disso, elas são uma versão reduzida em peso e capacidade operacional das pás escavadeiras convencionais. Além da indústria, o uso das minicarregadeiras em Z também é muito comum na construção civil, terminais portuários, logística, agronegócio, usina, órgãos públicos, entre outros.

4. Plataformas elevatórias

As plataformas elevatórias ganham destaque por oferecer segurança, agilidade e mais praticidade às equipes envolvidas no processo. São fundamentais por trazer acessibilidade em grandes alturas.

Mesmo que não sejam equipamentos classificados como polivalentes, essas plataformas funcionam bem em muitos setores e diferentes tipos de trabalhos como alternativas mais seguras em relação aos andaimes. Veja os principais setores que usam as plataformas elevatórias:

  • atacado e varejo no comércio;
  • serviços;
  • construção civil;
  • indústria;
  • eventos;
  • órgãos públicos.

O rebocador elétrico também é uma opção para a movimentação de cargas de grandes volumes em galpões industriais e armazéns. É uma máquina que traz uma série de benefícios para a rotina de trabalho e reduz riscos de lesões no momento do manuseio. Além disso, tem um cuidado extra com os materiais envolvidos nas cargas de diferentes segmentos.

5. Caminhões basculantes

Os caminhões basculantes são destaque como opção de transporte. Apresentam uma caçamba móvel na frente e, por isso, recebem este nome. É uma espécie de complemento do equipamento que tem o objetivo de tornar o carregamento, o despejo e a movimentação mais dinâmicos.

Possuem carroceria metálica articulada, pistão diagonal da caçamba e até mesmo cabine de climatização. Por se tratar de um caminhão bem robusto, a alta mobilidade também se destaca e consegue ser aplicada no trabalho com vários tipos de carga, como cargas a granel, e de maneira versátil diante das várias necessidades do setor de transporte.

Quais são os 5 principais modais de transporte?

Nas operações nacionais, empresas de diferentes portes e segmentos na indústria utilizam os 5 tipos de modais de acordo com suas funcionalidades. O que deve ser considerado, além do tipo de carga, é a combinação de diversos fatores que possam proporcionar um trabalho com estratégias personalizadas.

Confira a seguir os 5 tipos de modais de transporte de cargas aplicados no transporte da indústria!

1. Rodoviário

É considerado um formato prático por depender apenas de um veículo (do centro de distribuição até o destino) e possibilitar um planejamento alinhado ao cumprimento de prazos. Aproximadamente 75% da produção feita no mercado nacional é transportada por meio de rodovias. Veja a seguir os principais motivos:

  • alto investimento recebido neste tipo de transporte;
  • flexibilidade na definição de rotas;
  • contratação rápida;
  • documentação sem muitos processos burocráticos.

No entanto, como a principal desvantagem figura a questão de que em locais distantes, o tempo de entrega pode ser alto. Além disso, a capacidade de carga de um caminhão é limitada, principalmente quando existe a comparação com outros meios de transportes.

2. Ferroviário

O modal ferroviário no Brasil costuma ser responsável pelo transporte de produtos como açúcar, soja, grãos, carvão mineral, milho, celulose, entre outros. Mesmo que menos usadas em relação ao transporte rodoviário, as ferrovias agregam valor ao permitir uma maior quantidade de mercadorias e percorrer longas distâncias com segurança.

Em um território grande como o nosso, isso faz muita diferença em competitividade, redução dos gargalos logísticos, garantia de economia e rapidez. Entretanto, em algumas situações, as ferrovias necessitam de apoio de outros modais para que a mercadoria chegue até o local de destino e isso traz mais despesas na operação.

3. Dutoviários

Esse tipo de transporte de cargas acontece por meio de dutos e tubos. Eles podem ser perceptíveis, subterrâneos ou até mesmo submarinos. O uso costuma ser destinado a materiais específicos, como gases, sólidos granulares e fluídos de algumas categorias. O principal, porém, neste caso, é o alto custo do investimento relacionado.

Mas para empresas que lidam com o mercado dos produtos citados, esse tipo de investimento acaba sendo pago com o tempo porque o custo operacional é baixo. O processo de adaptação é indicado quando existe a necessidade de transportar grandes quantidades em longas distâncias sem estruturas adequadas.

Entre as principais vantagens está na segurança e confiabilidade do modal. Sem citar que funciona de maneira constante, pois não precisa de pausas entre as operações. Já no quesito desvantagens, além do custo, todo o processo demanda um planejamento bem detalhado e uma licença própria para realizar a construção dos dutos.

4. Aéreos

O transporte de carga por aviões é a melhor garantia para quem precisa cumprir prazos curtos de entregas ou lidar com cargas sensíveis e perecíveis. Por ter limitações de volumes de cargas e custo alto, o formato não é muito usado no Brasil, mas costuma ser priorizado por alguns formatos de negócio.

Vale ressaltar também que a necessidade de uma logística que leve e retire as mercadorias aos aeroportos dificulta o processo nas questões estruturais, mesmo com a possibilidade de usar os aviões para percorrer longas distâncias em poucas horas.

5. Fluviais

O transporte de cargas por meios fluviais depende de adaptações estruturais que transformem rios e lagos em uma hidrovia. Essas estradas aquáticas recebem os navios responsáveis pelo transporte das cargas na indústria. No entanto, vale ressaltar que nem todo rio ou lago pode ser considerado uma estrada aquática.

Algumas questões, como quedas, desníveis e corredeiras, comprometem a segurança e as chances de navegação de modo geral. Conforme publicado por um estudo realizado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), apenas 5% das movimentações de cargas no Brasil acontecem por meio dos rios disponíveis no território nacional.

Como fazer transporte de carga?

O transporte de cargas pesadas na indústria deve respeitar regras e legislações que foram criadas pelos órgãos diretores para priorizar a segurança de todos os envolvidos e das mercadorias. Dentro da legislação brasileira, a regulamentação de transporte de cargas acontece por meio da lei nº.11.442/2007.

As especificações indicam que qualquer pessoa jurídica ou física pode exercer esse tipo de atividade com viés comercial e com concorrência no negócio. Agora, quando existe o transporte de carga que envolve alto risco, por conta de material cortante ou tóxico, são feitas algumas ressalvas extras.

Todas de acordo com a reestruturação dos transportes aquaviários e terrestres por conta da criação do Conselho Nacional da Integração de Políticas de Transportes, a ANTT e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Portanto, para que seja realizado o transporte de carga no Brasil, é indispensável ter as devidas autorizações da ANTT. Existem ainda outras questões legislativas que fazem parte do processo de regulamentação que, em alguns casos, precisa de aconselhamento jurídico.

Qual o tipo de transporte de carga mais barato?

Quando é colocado na ponta do lápis os custos envolvidos no transporte de carga industrial do Brasil, muitos fatores devem ser considerados. Afinal, o que é indicado para um tipo de carga pode transformar outra operação em algo muito mais trabalhoso.

Entre as opções citadas acima, o hidroviário é o que tem o custo mais baixo em comparação com o rodoviário e ferroviário. A rede de hidrovia nacional tem grande potencial, porém, é pouco utilizada por conta dos desafios apresentados na estrutura. Um dos principais pontos, neste caso, é a justificativa de que os rios precisam de obras e modificações para facilitar o transporte.

Os rios que são considerados navegáveis quase sempre estão localizados em áreas mais afastadas que exigem uma logística muito mais complexa das empresas. A partir disso, o baixo custo perde eficiência, pois uma série de soluções que tomam mais tempo e aumentam os custos fazem com que as empresas acabem deixando a opção de lado.

Parceiros experientes

Diante dos desafios na logística de transporte de cargas, trabalhar sempre com empresas experientes e agentes de logística que tenham atuação conforme o conceito freight forwader neste mercado industrial é um grande diferencial. Um bom exemplo disso é o serviço realizado pela Armac que é uma empresa especialista na locação de armas pesadas para o agronegócio, indústria, construção civil e vários outros setores.

Com alinhamentos personalizados conforme as necessidades dos clientes, cada etapa busca facilitar as tomadas de decisões e agilizar os procedimentos. Além disso, é oferecido uma gestão profissional que envolve todos os fatores de capacidade administrativa, visão técnica e comprometimento na entrega das máquinas da Armac.

Projeto BR do Mar

Para melhorar os benefícios envolvidos no transporte de cargas por meio dos rios, o Governo Federal lançou o projeto BR do Mar que possibilita as transportadoras utilizarem a técnica de cabotagem. Ela consiste na navegação entre dois pontos que utilizam vias fluviais ou marítimas com as embarcações próximas das áreas mais costeiras.

Assim, na visão dos negócios na indústria, surge um método de transporte com custos mais baixos, logística estratégica e melhor gestão de combustível e taxas reduzidas de poluentes. O papel do Ministério da Infraestrutura tem o objetivo de aumentar o volume de contêineres responsáveis pelos transportes anuais por meio da cabotagem e solucionar gargalos.

Agora ficou claro como o transporte de cargas é um ponto complexo na operação das empresas e exige decisões eficientes para evitar falhas. De modo geral, as necessidades de cada empresa costumam ser individuais conforme as dificuldades apresentadas e contar com a ajuda de serviços especializados é muito interessante para aumentar a qualidade e a agilidade ao mesmo tempo em que os riscos são bem gerenciados.

Gostou das informações do artigo? Então entre em contato com a Armac para conhecer serviços personalizados de locação de máquinas.