Manejo Integrado de Pragas (MIP): o guia completo!

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As pestes são um dos maiores desafios encontrados pelos produtores. Elas impactam diretamente na produção e na lucratividade das fazendas, tornando-se um obstáculo para os profissionais da área alcançarem o sucesso. Nesse sentido, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) surgiu como um meio eficiente para lidar com esse problema e trazer resultados melhores no processo.

Apesar de existir desde 1960, as inovações tecnológicas do setor agrícola possibilitaram a evolução de suas práticas. O MIP — como também é conhecido — tornou-se uma parte fundamental do agronegócio moderno, permitindo aos produtores mais controle sobre suas fazendas.

Neste texto, separamos um guia completo sobre o Manejo Integrado de Pragas, em que vamos explicar o que se trata esse conceito, sua importância e seus benefícios. Confira!

O que é o Manejo Integrado de Pragas?

O Manejo Integrado de Pragas MIP é um conjunto de abordagens eficientes e ambientalmente sensíveis que tomam como base a combinação de práticas de bom senso. Esse termo engloba a integração de diferentes meios de controle, como o uso de agentes químicos, biológicos — como predadores e parasitoides —, extratos de plantas, entre outros.

Além disso, o MIP também utiliza dados atualizados e abrangentes sobre todo o ciclo de vida das principais pragas e suas interações com o meio ambiente como solução para o controle de danos. Com base nessas informações, em combinação com os métodos de controle de pragas, é possível gerenciar os danos causados com mais eficiência econômica e reduzir os riscos para o meio ambiente, para a propriedade e para os consumidores.

Assim, a abordagem do MIP pode ser aplicada tanto em ambientes agrícolas quanto em outros contextos, como em casa e jardins públicos. O uso de produtos químicos no controle de doenças e pragas é uma pauta bastante discutida na sociedade. Por isso, as ações apropriadas de manejo de pragas permitem que os produtores encontrem soluções, ao o que está lhe causando prejuízo, além do uso criterioso de pesticidas.

Com o MIP, os produtores têm meios eficientes para manter a densidade populacional de pragas e insetos abaixo do nível de controle nc e alcançar um nível de equilíbrio ne econômico e ambiental mais eficiente. Para isso, deve-se considerar os pilares desse conceito como base para assegurar a eficiência dessas práticas.

Quais são seus alicerces?

Agora que você entendeu do que se trata o conceito de MIP, vamos apresentar a sua base que deve ser considerada durante as tomadas de decisões. Com os níveis de controle alcançando pontos críticos, os produtores devem ponderar as melhores alternativas para minimizar os danos causados pelas pragas. Assim, existem quatro pontos fundamentais que servem para nortear seus esforços no caminho certo.

Confira os alicerces do Manejo Integrado de Pragas e como eles são essenciais para o sucesso dessa técnica.

Conhecer as condições ambientais

Em primeira instância, os produtores que almejam desenvolver o Manejo Integrado de Pragas devem ter um conhecimento total sobre as condições ambientais que envolvem a sua lavoura. Entender quais são os principais fatores que podem impactar nos resultados das plantações se mostra fundamental e é um dos principais alicerces do MIP.

Por isso, é preciso avaliar as condições ambientais — também conhecidas como agroecossistema. Dessa forma, os produtores devem identificar quais são as melhores variedades para as condições locais de cultivo, mantendo as safras saudáveis. Esse processo também envolve algumas técnicas culturais, como o saneamento das plantações — como a remoção de plantas doentes.

Determinar os níveis de controle

Um dos principais objetivos do Manejo Integrado de Pragas está no controle sobre os níveis aceitáveis de insetos nas lavouras. Por isso, o MIP afirma que a eliminação de uma população inteira de pestes é algo extremamente difícil — e que pode sair muito caro para os produtores. Para determinar uma estratégia realmente eficiente, é preciso considerar alguns pontos que serão cruciais para mapear seus próximos passos.

Os programas do MIP procuram estabelecer os níveis de controle aceitáveis para que as medidas necessárias sejam tomadas caso eles sejam ultrapassados. Assim, será possível ter um panorama sobre os possíveis danos que determinadas pragas podem trazer às lavouras e como esse cenário pode ser controlado e revertido.

Com base nas condições ambientais de cada safra, é possível identificar quais pragas não são prejudiciais para as lavouras. Isso significa que cada limite é específico e permitir que determinadas populações de pragas sobrevivam em um limite razoável pode reduzir a pressão de seleção.

Esse processo reduz a taxa de desenvolvimento de resistência das pragas, trazendo mais controle sobre a evolução genética de pestes. Ao reter um número significativo, é possível diluir a prevalência de genes resistentes, prevenindo a superpopulação que pode comprometer a saúde e qualidade das lavouras.

Monitoramento

O processo de monitoramento é outro aspecto fundamental para o bom desenvolvimento do Manejo Integrado de Pragas. Essa observação regular pode ser dividida em duas partes: inspeção e identificação. Existem diferentes métodos que podem ser usados para monitorar os níveis de praga, como as armadilhas de insetos e esporos ou a inspeção visual.

Os insetos são criaturas de sangue frio. Assim, o seu desenvolvimento físico depende exclusivamente da temperatura ambiente. Por isso, a manutenção de registros — como também um conhecimento amplo sobre o comportamento das pragas e seus ciclos reprodutivos — é fundamental para o sucesso de seus esforços.

O monitoramento, então, consiste em amostragens frequentes sobre as populações de pragas para fornecer informações detalhadas sobre possíveis danos às lavouras. Ao alcançar níveis considerados críticos de superpopulação, será possível determinar os próximos passos para controlar a praga.

Informações taxonômicas

Nosso último alicerce são as informações taxonômicas sobre as espécies de pragas que podem prejudicar as lavouras. Sua correta identificação é essencial para avaliar os melhores métodos para controlar determinados tipos de insetos e pestes e evitar grandes prejuízos.

Para isso, é preciso monitorar a ocorrência de pragas desde a sua fase inicial. Além disso, é preciso também avaliar as alterações nas plantações, como o surgimento de ervas daninhas. Contar com dados precisos sobre esses aspectos é cada vez mais necessário para auxiliar na detecção de pragas que estão nas plantações.

Outro ponto importante que deve ser levantado são os inimigos naturais das pragas. Eles são fundamentais no controle de pestes, porém, é preciso um conhecimento aprofundado sobre esse processo. O treinamento é necessário para entender quais espécies podem ser utilizadas ao seu favor e evitar a potencialização da crise.

Quais são seus pilares?

Ao entender a situação atual de sua lavoura e identificar os níveis de controle de praga, você poderá determinar quais serão as melhores práticas de manejo para contornar a situação. Os pilares do MIP são as técnicas desenvolvidas para que os produtores assegurem a qualidade de suas plantações sem sofrer danos econômicos no processo.

As técnicas de manejo, como são conhecidas, são divididas em seis métodos de controle que podem ser utilizados de acordo com a situação. Confira!

Controle cultural

Os métodos de controle cultural se iniciam a partir das decisões sobre os cuidados necessários para as plantações. A partir da ideia de que a prevenção é a melhor solução, contar com uma lavoura saudável é fundamental para a sobrevivência das plantas contra pragas e doenças.

Por isso, os controles culturais são programas que trazem algumas recomendações simples para que os esforços no manejo de pragas sejam recompensados. Eles vão desde as escolhas de plantas mais adequadas à região até o melhor momento de plantio das lavouras.

Confira alguns métodos de controle cultural utilizados no Manejo Integrado de Pragas:

  • rotação de culturas;
  • identificação do melhor momento de plantio;
  • eliminação de restos de culturas anteriores;
  • cultura no limpo;
  • poda;
  • teste de pH do solo.

Controle biológico

O controle biológico tem a premissa do uso de inimigos naturais das pragas como meio reduzir os níveis de controle para evitar danos econômicos nas lavouras. Todos os tipos de pestes, desde ervas daninhas e insetos a doenças, têm um tipo de predador. Por isso, esse programa busca conservar, apoiar e encorajar esses recursos como solução para as plantações.

Uma forma eficiente de conservação de inimigos naturais das pragas é por meio do uso de inseticidas químicos selecionados. Eles são eficientes na eliminação das pestes, assegurando que seus predadores permaneçam ativos e auxiliando no processo.

Outro meio de encorajar a presença de inimigos naturais nas lavouras é pela liberação ou pulverização desses predadores. Os controles biológicos no Manejo Integrado de Pragas incluem:

  • insetos predadores, como as joaninhas na fase de larva, que são capazes de devorar pulgões, e de outros tipos de pragas, como as cochonilhas, moscas-brancas e ácaros;
  • insetos parasitas, como as vespas que colocam seus ovos em alvos vivos, fazendo-os eclodir e se alimentar das pragas;
  • patógenos biológicos, como o Bt (Bacillus Thuringiensis), que são bactérias transmitidas pelo solo e que combatem os mosquitos e insetos na fase de larva e lagarta;
  • controles mecânicos e físicos do MIP são capazes de ir diretamente atrás das pragas para eliminá-las ou capturá-las antes que cheguem às lavouras.

Controle comportamental

No controle comportamental, temos um processo que explora os sinais químicos existentes entre os seres vivos — como feromônios, plantas repelentes e semioquímicos. Assim, é possível realizar esse método como uma forma de prevenir a proliferação de insetos e outras pragas em grandes quantidades, impactando diretamente na forma como eles se reproduzem.

Os feromônios, por exemplo, podem ser usados em conjunto às armadilhas como meio de atrair os machos e realizar uma coleta em massa de insetos para impedir a reprodução das pragas. Essa combinação pode utilizar recursos luminosos para atrair pestes com hábitos noturnos e são atraídos pela luz. Além disso, existem também funções adesivas e cartões compostos por resinas utilizados para capturar os alvos assim que ocorre o contato.

Controle genético

Esse é outro método preventivo que ainda não é amplamente utilizado, porém, apresenta um enorme potencial no combate às pragas. O controle genético visa a interferência humana no genoma de insetos e outras pestes como meio de eliminar sua capacidade reprodutiva para que eles não se reproduzam.

Essa estratégia é extremamente seletiva e objetiva em relação aos resultados almejados. Por isso, utilizá-la para reduzir a população de pragas pode ser uma solução preventiva ao eliminar a sua capacidade reprodutiva.

Um ótimo exemplo dessa técnica pode ser observado pelos procedimentos realizados em mosquitos da dengue machos que foram liberados no meio ambiente. Dessa forma, eles competem diretamente com outros mosquitos não transgênicos pelas fêmeas, reduzindo de forma significativa a reprodução dessa praga no meio ambiente.

Controle varietal

O controle varietal é um método que consiste na utilização de variedades transgênicas como forma de expressar proteínas inseticidas para que o controle de pragas seja eficiente. A tecnologia Bt é um recurso importante nesse processo, facilitando todo o Manejo Integrado de Pragas em determinadas culturas — como milho, algodão e soja.

Ainda assim, é preciso considerar alguns aspectos que são cruciais para o sucesso dessa técnica. Em um primeiro momento, os produtores devem considerar a escolha de híbridos e cultivares que serão adaptados de acordo com as recomendações ambientais do local. Em seguida, será necessário aplicar as boas práticas agronômicas para alcançar bons resultados com o manejo de culturas Bt.

Controle químico

O controle químico trata do uso de inseticidas seletivos para que os produtores tenham um manejo de pragas mais eficiente. Ele consiste na eliminação de pragas, garantindo a existência de seus inimigos naturais na lavoura como meio de potencializar os resultados.

A inclusão de pesticidas seletivos na prevenção e no tratamento ativo é um meio poderoso e necessário para um bom controle no MIP. Porém, esse método exige bastante cuidado e atenção dos produtores para evitar que os insetos criem resistência aos ativos desses produtos.

Para isso, é preciso contar com uma boa rotação de ingredientes ativos e também com o modo de ação desses produtos. Além disso, é imprescindível que você se atente aos químicos utilizados. Eles devem ser registrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e conter uma boa tecnologia de aplicação.

Quais máquinas e tecnologias podem ajudar nesse processo?

As boas aplicações das práticas e técnicas do Manejo Integrado de Pragas podem se beneficiar da tecnologia e de maquinários específicos para melhorar os resultados alcançados. O conceito de agricultura 4.0, por exemplo, tornou-se essencial para elevar a produtividade no campo e trazer resultados mais satisfatórios para os produtores.

O uso de alguns equipamentos — como os tratores de rodas e as motoniveladoras — também é fundamental para auxiliar o trabalho nas fazendas e potencializar os esforços na manutenção das lavouras. Conheça algumas ferramentas usadas no Manejo Integrado de Pragas.

Agricultura de precisão

As evoluções tecnológicas trouxeram grandes benefícios para as fazendas. A agricultura de precisão reúne diferentes ferramentas que compõem um sistema de gerenciamento agrícola que funciona com base na variação espacial e temporal das unidades de produção. Dessa forma, os produtores podem contar com meios eficientes de otimizar o uso de insumos e potencializar os rendimentos enquanto reduz significativamente os impactos ambientais.

A agricultura de precisão também pode ser uma poderosa aliada no Manejo Integrado de Pragas, possibilitando o mapeamento em tempo real das condições das plantações. Dessa forma, é possível avaliar os níveis de controle populacional de pestes e insetos e favorecer suas tomadas de decisões posteriores por meio da inteligência em agronegócio.

Pulverizador

O pulverizador é um poderoso maquinário utilizado em lavouras e plantações para combater doenças, pragas e insetos. Essa ferramenta distribui as substâncias químicas em pequenas partículas, possibilitando ser feito por terra ou por via aérea e garantindo que os produtos serão distribuídos na quantidade certa.

No MIP, temos diferentes técnicas que possibilitam fazer o manejo de pragas de forma eficiente, como o controle biológico e o controle químico. Nesse sentido, o pulverizador se torna o maquinário ideal para favorecer a aplicação de inseticidas e para a proliferação de inimigos naturais de insetos e pragas.

O pulverizador de barra, por exemplo, é uma ferramenta que é montada em tratores agrícolas e é bastante usada em culturas anuais, como soja, milho, cana-de-açúcar e batata. Ele permite cobrir grandes áreas em um pequeno intervalo de tempo, possibilitando um desempenho superior.

Podadeira

A podadeira é outra ferramenta montada em tratores e que é fundamental para auxiliar os produtores em suas plantações. Ela pode ser usada em diferentes tipos de culturas — como o café — e tem o objetivo de auxiliar na manutenção correta das lavouras e estimular a brotação natural das plantas.

A poda faz parte dos métodos de controle cultural que possibilitam desenvolver meios eficientes para prevenir a superpopulação de pragas nas lavouras. A manutenção providenciada pela podadeira pode auxiliar na recuperação de ramos produtivos causados por geadas e outros fatores, favorecendo a saúde e qualidade das plantações.

Como o Manejo Integrado de Pragas pode ajudar nas plantações?

Como mostramos ao longo deste texto, o Manejo Integrado de Pragas é uma solução extremamente eficiente para que os produtores consigam reduzir as populações de insetos e pestes de suas lavouras. Confira os principais benefícios que esse conceito pode trazer para as fazendas!

Controla as pragas e preserva os inimigos naturais

O controle de pragas é um dos maiores benefícios do MIP. O uso constante de pesticidas e outros produtos químicos pode resolver o problema com insetos, pestes e doenças temporariamente, porém, a repetição de seu uso pode trazer algumas complicações.

É bastante comum que as pragas desenvolvam um certo nível de resistência a esses produtos devido ao uso constante. Acontece que os genes das pestes sobreviventes podem gerar uma população altamente resistente aos pesticidas e acabar exigindo maiores investimentos para eliminá-las.

Assim, o Manejo Integrado de Pragas se mostra a melhor solução para esse cenário. Ele é capaz de retardar o desenvolvimento de resistência dessas espécies e garantir maiores rendimentos com sua cultura.

Mantém a biodiversidade

Com as técnicas do MIP, você será capaz de preservar outras espécies que não apresentam riscos à sua lavoura e que podem beneficiar seus esforços no controle de pestes e insetos.

A alta toxicidade dos inseticidas podem ser letais para essas espécies que trazem grandes benefícios para as lavouras. Com o Manejo Integrado de Pragas, é possível manter um ecossistema equilibrado e evitar possíveis perdas de espécies-chave.

Alcançar esse equilíbrio é fundamental para evitar consequências negativas para o ecossistema e reduzir a perda de outras espécies. Por isso, o MIP é fundamental para manter a variedade de organismos presentes no ecossistema e garantir a biodiversidade.

Otimiza a utilização de inseticidas e reduz os impactos ambientais

Como mostramos, as técnicas de controle de praga envolvem diferentes soluções para evitar a superpopulação de insetos, pestes e doenças nas lavouras. Com isso, o uso de inseticidas e outros agentes químicos é reduzido, sendo utilizado apenas em determinadas situações.

Portanto, o Manejo Integrado de Pragas também se mostra uma ótima alternativa para elevar a qualidade das plantações ao eliminar resíduos de pesticidas que são minimizados ao longo desse processo. Outro ponto que o MIP se destaca é em relação aos impactos ambientais que a manutenção de lavouras pode ocasionar.

Como o MIP gira ao redor de diferentes técnicas para controlar as populações de pragas — como a redução de defensivos —, é possível reduzir significativamente os impactos que esses agentes agroquímicos causam ao meio ambiente.

Reduz as perdas e aumenta a produtividade

Um dos grandes problemas que rodeiam os produtores agrícolas são as perdas causadas por pragas e doenças. Para contornar essa situação, muitos profissionais acabam investindo altas quantias em agentes químicos como forma de reduzir as populações de espécies prejudiciais às lavouras, porém, sem boas garantias de sucesso.

Mesmo que uma praga seja identificada, ela pode já ter causado danos suficientes para impactar na lucratividade das plantações. Por isso, as técnicas de prevenção do Manejo Integrado de Pragas — como o controle comportamental — traz formas realmente eficientes para reduzir perdas causadas por esse tipo de situação.

Além de reduzir os custos com agroquímicos, o Manejo Integrado de Pragas consegue trazer resultados espetaculares em outros aspectos. Ao reduzir as perdas causadas por insetos e pestes, os produtores poderão contar com safras mais produtivas e de maior qualidade.

Pronto! Com este guia completo, você acompanhou todas as informações pertinentes ao Manejo Integrado de Pragas e como ele é essencial para seus resultados no campo. Ressaltamos que a aquisição de maquinários é fundamental para melhorar os resultados alcançados.

Muitas dessas ferramentas podem ser bastante custosas para produtores de pequeno e médio porte. Por isso, a locação de equipamentos é uma alternativa bastante vantajosa!

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